quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A Menina Que Roubava Livros



Olá pessoal!
Estou sumida, né? Foi mal, semana de prova aqui e estava tentando tomar coragem para escrever muito aqui.
Enfim! Vou falar sobre um livro: "A Menina Que Roubava Livros" de Markus Zusak.
Autor do Livro, Markus Zusak.

O livro é muito bom! Foi indicado pelo meu professor de Língua Portuguesa.
Eu fiz duas amigas-docetes minhas (@LoveThata e @AnaLuh15) lerem dizendo que elas iriam chorar muito. As condenadas garotas disseram que não iriam chorar, e assim que terminaram de ler vieram atrás de minha senhoria para dizer que choraram muito (viu como eu tinha razão? wahwhwa).










Aqui vai a sinopse, retirada do próprio livro:
"Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a Própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história. História que, nas palavras dirigidas ao leitos pela ceifadora de almas no início de A menina que roubava livros, 'é uma dentre a pequena legião que carrego, cada qual extraordinária por si só. Cada qual uma tentativa - uma tentativa que é um salto gigantesco - de me provar que você e a sua existência humana valem a pena'.

Essa mesma conclusão nunca foi fácil para Liesel. Desde o início de sua vida na Rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O manual do coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.

E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destavou delas seriam mais tarde apricadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Maz Vandenburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.

Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Alguns apenas passam por sua vida, outros a acompanham até que não lhes seja mais possível, outros estão mais perto do que parecem. Mas só quem está a seu lado por todas as quase 500 páginas de A menina que roubava livros, só quem testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena."

Que sinopse, ein? Bem, agora vou falar de uns personagens aqui:
Liesel Meminger - É a principal, sua vida tem muitos altos e baixos. Ela é bem esperta e muito legalzinha.
Rudy Steiner - Eu gosto muito mais dele do que da Liesel. Ele é muito insano! Ele é muito legal! Ele é muito... Especial.
Hans Hubermann - É o pai adotivo de Liesel. É um homem muito bom e calmo. Eu gosto muito dele
Rosa Hubermann - Embora esteja sempre brigando ela é uma boa mulher, você vai perceber isso.
Max Vandenburg - Ele é legal também. É um judeu. Faz uns livros para Liesel.
A Morte - Ela é uma boa narradora. Acho que... Quando ela vier me buscar... Não vou ficar com medo.

Isso é tudo. Leiam, vale a pena. E mais uma coisa:
"Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler."

Minna! Plágio é crime! Não copie nada deste blog sem autorização e sem os devidos créditos!



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