segunda-feira, 14 de julho de 2014

[Série/Filme] Delirium


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   Oi pessoas lindas!
   Trago mais um post sobre séries - eu sei, que chata, sempre a bater na mesma tecla. Mas que querem que eu faça? Eu adoro ver séries. Como dizem no facebook, se não vês séries então não tens vida. Okay, esta talvez seja um bocado mázinha.
   Tou-me a passar com a Cidade do Fogo Celestial... (possível sugestão de spoiler, se ainda não leram e tencionam ler ignorem este parágrafo) mataram o @?'£#%. Eu adorava o tipo! Ele era giro, engraçado e estava a namorar com a £§[*. ESTOU SUPER ZANGADA! E mais, eu desconfio que, com tanta brincadeira na cama com que eles andaram (if u know what i mean), ela ainda está grávida. Ah pois, escrevam o que eu vos digo.
  Mas bem, vamos ao que interessa. 
  A série de que vou falar chama-se Delirium. Alguém já ouviu falar?






Os livros estão em alta.
As pessoas dizem que não, que hoje em dia já ninguém lê livros e essas cenas, mas a verdade é que existe tanta gente a ler o mesmo livro que as empresas cinematográficas andam a transformar tudo o que é peixe em marisco - ahahahaha, oh meu deus, uma piadinha com peixe. Eu sou bueda fish (entenderam? Fish é peixe em inglês, mas a palavra "fixe", que se pronuncia da mesma forma, significa "giro", "legal", "engraçado")
Agora a sério. Esta série também vem de um livro. O livro tem o mesmo nome que a série - dãh, of course - e é da lindinha Lauren Oliver.

Outra coisa que também está na moda são as distopias. 
Imaginas que tipo de livro este é?
Ah pois. Uma distopia.

DISTOPIA! ALERT!

Esperem, estou a ouvir murmúrios. Não sabem o que é uma distopia? Como assim não sabem o que é uma distopia? Deixem-me explicar.

"A distopia é um pensamento filosóficoque caracteriza uma sociedade imaginária controlada pelo Estado ou por outros meios extremos de opressão, criando condições de vida insuportáveis aos indivíduos. Normalmente tem como base a realidade da sociedade atual idealizada em condições extremas no futuro.
Alguns traços característicos da sociedade distópica são: poder político totalitário, mantido por uma minoria; privação extrema e desespero de um povo que tende a se tornar corruptível."
Ou seja, uma distopia é o contrário de uma Utopia, em que tudo é maravilhoso, bonito, as pessoas são todas amigas e essas tretas. Uma distopia é meio que viver sob uma ditadura.
A verdade é que há muitos livros sobre distopias, mas na maioria os indivíduos nem sequer sabem que estão a ser controlados, manipulados ou usados. É o caso deste livro. Oh, esperem, vocês nem sabem a sinopse. Esqueci-me. Já vos digo, mas primeiro aguentem os cavalos.

Conseguem se lembrar de mais alguma distopia? Uma em que as pessoas não saibam que estão sob uma ditadura? Sim, é um bocado difícil assim ao início, mas na verdade é muito mais difícil pensar numa distopia em que a personagem principal já saiba ao início do livro que está a ser oprimida.
Querem um exemplo de uma distopia que começa logo por se chamar a si mesma distopia?
Jogos da Fome.
É verdade. Aposto que nunca pensaram nos THG como algo mais que um livro do género "Literatura YA", ou "Romance Fantástico". Mas a verdade é que também se enquadra e faz parte - talvez mais do que de todas as outras categorias em que foi inserido - das distopias.

Mas agora vamos falar de Delirium.

 Imaginem uma sociedade em que o amor, o chamado Amor Deliria Nervosa, é considerado uma doença. Até tem um nome científico, vejam bem. E todos os adolescentes que alcançam os dezoito anos têm de levar a vacina - a cura - para se livrarem deste mal. Para sempre. A sociedade é quem escolhe os maridos e esposas - parceiros - através de entrevistas de personalidade, aparência e outros. E a verdade é que, apesar de não poderem escolher com quem vão ficar a vida toda, os habitantes desta sociedade até estão felizes.
  É um mundo sem preocupações.
  Já viram o quanto nós sofremos por amor? Enquanto somos adolescentes, a maioria das nossas dores são causadas por amores não correspondidos e corações partidos que nunca são curados. Por isso, com a cura do amor, tudo se torna mais fácil.
  Agora as pessoas já não são mais escravas dos seus sentimentos, já não estão cegas por alguém que pode nem os merecer. É que estar apaixonado tira a razão de nós, e por vezes acabamos com pessoas que não têm nada a ver connosco. 
  Lena Halloway também pensa assim. Ela foi ensinada de que o amor é perigoso e não é saudável. Vejam o caso da mãe dela, em quem a vacina da cura não resultou. A mãe de Lena acabou por ficar apaixonada com o marido designado que lhe foi designado (pelo menos isso)  e acabou por se matar quando o seu marido foi morto (causa da morte desconhecida). Por isso Lena é a pessoa que mais acredita na cura, além de quem a inventou.
  Mas há um problema. As forças Rebeldes estão a atacar, opondo-se ao governo de Portland, no Maine (é onde se passa a história de Lena). E durante um ataque dos rebeldes, Lena conhece Alex.
 Alex é um inválido - nasceu fora da cidade (protegida e exilada das outras por muros - e as outras igualmente) e finge ter sido curado para se misturar com os habitantes e atacar o governo. Lena sabe que Alex é perigoso, que ele é tudo aquilo que ela pretende erradicar, mas quando Lena apanha a doença Amor Deliria Nervosa e é capturada pelo governo para o procedimento da cura uns meses antes da data marcada, Alex salva-a. 
  Lena só tem de escolher entre ficar e ser curada, ou ir com Alex, para além dos muros e da cidade, juntar-se aos Rebeldes (ou selvagens) e deixar que a Amor Deliria Nervosa permaneça ativa no seu organismo.

Eu gostei muito da sinopse do livro - atenção que a sinopse acima (ou melhor, resumo dos primeiros capítulos) fui eu que escrevi - e despertou-me muito à atenção.
Eu adoro distopias, e uma em que o amor é considerado uma doença parece ser bastante giro. 
E depois saiu a novidade: vão transformar o livro numa série! Bem, eles ainda não têm a certeza. Lançaram o trailer e fizeram o piloto para uma possível série, mas ainda estão indecisos sobre o que vão fazer.
De qualquer forma, vejam o trailer:

Parece giro, não é?
Vá lá, digam que sim.
Também vos quero disponibilizar o primeiro episódio da possível série. Está em inglês. Espero que entendam e que se divirtam.
Têm mesmo de assistir. Vale a pena!

Depois digam o que acharam, pode ser?
Espero que gostem!

XOXO




7 comentários:

  1. Lembras-te? Eu tinha-te dito que eles iam matá-lo ;)! E eu também pensei que ela estava grávida (pela forma como "pensava" que tinha de falar com ele e tals), mas na realidade não está, é outra coisa xD, que na minha opinião é uma desilusão... Eu pessoalmente não gosto muito da personagem que ela interpreta, mas gosto bastante dele... por isso, acho que a morte foi muito injusta -.-''...! Deveria ter sido ao contrário! Eu quero um J$@#%§ para mim <3....!! Se ela não quer, eu quero!

    Confesso que não li o post, mas tenho uma justificação plausível! Tenho de ir estudar Maths...! Quando fizer uma pausa, eu prometo q venho ler e comento!

    Vê pelo lado positivo, terás mais comentários hahahaha!!

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    1. Ahahahahahaha
      Eu sei que ainda não leste mais, eu já sei o que ela lhe queria dizer e - pelo amor de deus, era preciso uma briga interior tão grande só para lhe dizer aquilo?!
      Já estou a 100 páginas do fim do livro e, como sempre, a luta final está para começar - nem acredito que estou quase a terminar a série! Vou chorar tanto! Especialmente com a morte dum certo personagem masculino...

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    2. CALA-TE! Essa certa personagem masculina não pode morrer! Ele tem de ser entendido primeiro! Ele tem de ser amado primeiro!! ARGH! Ele não pode morrer T-T...! I care about him too much! Não dês mais spoiler T-T...

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    3. Eu não dei spoiler, eu só dei a entender... :) *pestanejar inocente*

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  2. Aqui estou eu para comentar o conteúdo centrar do post...! Bom, eu definitivamente tenho de ler esse livro! Só uma pergunta, ele é inválido como? Cadeira de rodas? Seria engraçado, acho que nunca li nenhum livro em que o protagonista é paraplégico :o. Ou tem algum membro de mecânica?

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    1. Olha, inválido do tipo como eu disse acima - nasceu fora dos muros e das fronteiras da cidade, e fez uma cicatriz no próprio pescoço para se passar por um cidadão normal. Os cidadãos normais têm todos uma cicatriz no pescoço, por causa da injeção da cura.
      É inválido porque não está no sistema, não do género de ser paraplégico.
      Além disso, o Peeta e o Augustus tinham membros falsos.

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    2. Aaaah! Então ele não é inválido xD Ele é um "selvagem/rebelde".
      Sim, o Peeta tinha uma perna falsa xD. Facto curioso: Só aparece no livro e não no filme :\

      Tenho de assistir ao piloto e baixar o livro!

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